abr 14, 2007

Posted by Laudeci Oliveira | 1 comment

Barra de Status com marcações Pango

Neste post venho mostrar, como no post anterior, que é possível efetuar algumas tarefas que são respondidas como “não é possível fazer isso usando gtk.”

O desafio dessa vez foi utilizar ‘Pango Markup’ em mensagens no widget gtk.Statusbar, esse widget aparentemente não dá suporte a esse tipo de formatação do texto.

Bom, então surgiu uma ideia de verificar como o gtk.Statusbar é formado internamente, assim como a maioria dos widgets, ele é composto por vários outros widgets, conforme mostrado abaixo:

+-- gtk.Statusbar
  +-- gtk.Frame
    +-- gtk.Label

Sendo assim, eu poderia internamente navegar na coleção de controles filhos, e setar propriedades dos controles internos certo?

CERTO!!!

Porém o statusbar funciona utilizando o conceito de LIFO, isso aparentemente faz com q ele reset todas as propriedades do label interno a cada chamada ao método push, mas nada que não possa ser resolvido com alguns “hacks”.

O codigo com o resultado da imagem acima pode ser baixado aqui:

statusbar.py
Statusbar markup
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APTonCD – Get APT anywhere

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abr 4, 2007

Posted by Laudeci Oliveira | 1 comment

Removendo botões das Janelas (Python)

Durante muito tempo procurei em forums e google uma maneira de remover o botão fechar de uma janela GTK e sempre me deparava com a resposta:


Não é possível remover os botões da janela, o responsável por isso é o gerenciador de janelas.

Continuei a pesquisa na documentação do GTK e em aplicações e encontrei uma maneira conforme mostra as figuras abaixo:

Titulo

Titulo

Titulo

Baixe aqui o fonte da aplicação: janela.py

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abr 1, 2007

Posted by Laudeci Oliveira | 8 comments

Feisty Fawn (7.04) é um Virus

Feisty
Mais um vírus na Rede. Desta vez, foi o Ubuntu, um verme que atinge os usuários de Windows. Segundo Macacali Cantisanix, gerente de marketing e produtos de uma empresa no Brasil, o vírus se aproveita de uma vulnerabilidade do Windows,qualquer versão exceto Beta ( a versão Beta contem menos vulnerabilidade do que a versão final), para se propagar.

Essa forma de ação, atacando tais vulnerabilidades, é muito semelhante à do Edgy (recente vírus de Windows que afeta o processamento das máquinas infectadas). O Ubuntu captura a atenção do usuário do computador infectado, otimiza a configuração de IP ou as tarefas que estão sendo executadas no momento, e se instala definitivamente no computador da vítima.

Contágio – Para se propagar, o Ubuntu usa um protocolo chamado SHIPIT, e live-cds. Em seguida, analisa o computador do infectado, procurando por uma vulnerabilidade nos computadores (Windows Instalado). Caso consiga, então o Ubuntu infecta mais este sistema, fazendo download de programas e atualizações de um repositorio próprio.

Meios de Infecção
– O programa Windows é substituído pelo sistema do verme. Deste modo, o Ubuntu não será mais removido. O verme entra em ação ao receber toda atenção do usuário e é praticamente impossível resistir.

Em seguida, o verme se torna indispensável para o usuário do computador (que contém programas que são free extremamente melhores do que os que o usuário estava acostumado). Este arquivo eliminará o verme do sistema anterior infectado, tentando eliminar as infecções por qualquer outro tipo de praga.

Depois da infecção o usuário nunca mais poderá ser infectado por outro virus e ficará frustrado por não ter mais que escaniar seu computador utilizando programas antivirus, nem tampouco será infectado por spywares ou qualquer outro tipo de infecção.
O usuário também não poderá mais ver a tela “blue of death”.

Leia mais aqui.

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